Catherine e Michael saíram pra jantar em Bevery Hills dia 12, não dá pra por aqui, pq o site bloqueia, então acessem: http://x17online.com/celebrities/catherine_zetajones/catherine_zetajones_is_38_seriously-02122008.php
Todos os anos, a Noite dos Óscares atrai atenções do mundo inteiro. E, mais ou menos disfarçadamente, vamos vivendo aqueles momentos em que as estrelas mais fabulosas da tela sobem ao palco para receber pelo menos uma daquelas estatuetas de ouro, que nos habituamos a reconhecer a milhas, um Óscar. O galardão máximo que algum actor ou actriz pretende atingir, e choram ou riem em cima do microfone, agradecendo à mãe ou ao professor de teatro, sem esquecer o realizador do filme ou o «colega» com que contracenaram. Durante semanas vão-se dizendo graças sobre a inaptidão ou sageza dos discursos, e os mais observadores comentam os trapinhos com que este ou aquele se atreveram a desfilar. Do que não sabemos nada é do que vem depois. Onde é que acabam estes prémios? Por cima da lareira, no quarto, nos penhores? Fomos perguntar aos premiados mais famosos, o que fizeram do seu Óscar. Venha connosco.
A maior parte das estrelas colocam a estatueta ganha num sítio de onde se veja bem, habitualmente na prateleira da sala, onde quem entra é imediatamente obrigado a reconhecê-la. Há duas razões para o fazerem: primeiro, mesmo nos dias mais tristes e cinzentos, recordam-se imediatamente do prémio, que é uma lenda, e da noite em que foram vistos por três mil milhões de espectadores de televisão, e homenageados pelos seus colegas; e segundo, todas as visitas têm o privilégio do acesso directo a um Óscar genuíno, de ouro maciço. Conta-nos Peter O´Toole, que com 75 anos é o feliz proprietário de um Óscar destinado a marcar uma carreira preenchida, «Nunca me canso de olhar para o meu Óscar na sala de estar. Olho para ele embasbacado, de todas as vezes como se fosse a primeira. Deixo as pesssoas mexerem-lhe. É uma relíquia sagrada. Aliás, como eu próprio».
Michael Douglas, que ganhou dois Óscares, o primeiro pela realização, em 1975, de Voando Sobre um Ninho de Cucos, e pelo seu papel de actor em Wall Street, em 1987, garante que faz o mesmo. As suas estatuetas estão num apartamento em Nova Iorque, que divide com a sua mulher Catherine Zeta-Jones, também vencedora de um Óscar por Chicago. «Há uma magia especial nos Óscares. Os meus amigos querem tocar-lhes, como se fossem um amuleto da sorte», conta Michael, enquanto Catherine explica que colocou o seu Óscar de Melhor Actriz Secundária, de 2002, «no meio das estatuetas do meu marido, mas puxada um pouco mais para a frente!».
Charlize Theron, não esconde o seu orgulho pelo Óscar ganho em 2003 por Monstro, e a estatueta lá está na sala da sua casa de Los Angeles. Rindo, aquela que é uma das mulheres mais bonitas de Hollywood, comenta: «sou uma miúda que cresceu numa quinta na África do Sul. Ganhar um Óscar foi a sensação mais espantosa. E vê-lo em minha casa, então, é perfeitamente surreal.»
Tom Hanks recebeu dois Óscares, um por Filadélfia (1994) e o outro pelo seu desempenho em Forrest Gump (1994), e como Charlize orgulha-se de os ter bem à vista na sua casa de Los Angeles. «É um fenómeno instantâneo: basta-me olhar para eles e trazem-me imediatamente as memórias daqueles grandes momentos», diz. E a memória mais viva? «Estas noites foram momentos muito pessoais, muito privados, apesar de terem acontecido em frente de três mil milhões de pessoas», comenta a rir. «O sangue pulsa com tanta força nas veias, que se fica completamente tonto e confuso. Não me lembro de uma única palavra do que disse, mas recordo-me de ir a andar para o palco, e a dizer para comigo: «Vê lá, agora não tropeces nos degraus»».
Mas há mais actores que colocam o seu Óscar nas luzes da ribalta. Jane Fonda, tem os seus dois Óscares de Melhor Actriz (ganhos por Klute, em 1971, e por O Regresso dos Heróis, em 1978), na sua sala em Atlanta. Timothy Hutton, que recebeu um Óscar de Melhor Actor Secundário em 1980, pelo seu desempenho em Gente Vulgar, tem a estatueta bem à vista no cimo de uma estante de livros, no seu apartamento de Nova Iorque.
Sophia Loren, exibe as suas duas estatuetas (Melhor Actriz em Duas Mulheres, 1961, e o seu Óscar de homenagem, datado de 1990), na sua fabulosa sala em Los Angeles, ao lado das fotografias da família e dos amigos.
Morgan Freeman, guarda o dele numa prateleira especialmente feita para o seu «oscarzinho», na casa do Mississippi. O vencedor do prémio de 2004 destinado ao Melhor Actor Secundário em a Million Dollar Baby - Sonhos Vencidos, conta: «quando a minha casa estava a ser construída em 1988, um dos tipos que estava a fazer os acabamentos, disse-me que me queria construir uma caixa especial para que um dia pudesse colocar nele um Óscar. Ri-me, mas ele pôs uma plaquinha em acrílico na prateleira de cima que dizia 'Proibído Estacionar: lugar reservado para o Oscar'. Por isso, quando o ganhei mesmo, tirei o sinal e pus o Óscar no lugar que há muito lhe estava destinado».
Patty Duke, que ganhou um Melhor Actriz Secundária pelo seu Helen Keller, em 1963, tem o seu Óscar colocado próximo da porta de entrada da casa: «em períodos de falsa modéstia, tinha-o na cave; depois usei-o como travão para a porta não se fechar com o vento, mas agora dei-lhe um lugar de destaque, onde toda a gente que venha cá a casa o possa ver.»
O cantor e compositor Elton John, que em 1994 ganhou um Óscar para a Melhor Canção, mais propriamente por Can You Feel the Love Tonight, do filme Rei Leão, colocou a estatueta na biblioteca, na sua casa em Inglaterra. O coleccionador compulsivo, revela: «a biblioteca é um das minhas salas favoritas, e lá está ele ao lado de uma pintura do Francis Bacon». O seu compatriota Ben Kingsley também guarda o seu Óscar, ganho em 1982 com Gandhi, na biblioteca. «Quando um actor britânico ganha um Prémio da Academia, é celebrado no seu país natal como um triunfo, como se estivéssemos a exportar os nossos talentos e finalmente alguém desse por eles. E tenho que confessar que com o Óscar vem um imenso sentimento de orgulho, no fundo é como trazer uma medalha de ouro dos Jogos Olímpicos. Seria injusto ter a estátua escondida!», comenta.
O Melhor Actor Secundário em 2006 (por Syriana), George Clooney, também destinou o seu Óscar à biblioteca, ao lado dos seus livros favoritos, dois Globos de Ouro e outros prémios. «A maioria das pessoas não entra ali. Estou orgulhoso do meu Óscar, mas não ando a puxar-lhe o lustro todos os dias!».
O actor Kevin Costner tem os seus dois Óscares, recebidos por produzir e dirigir o super êxito de 1990, Dança com Lobos, em exibição numa prateleira dourada na sua sala de cinema, um «departamento» da sua enorme mansão em Los Angeles. Mas Kevin conta, entre gargalhadas, «durante dois ou três anos guardei os meus Óscares na gaveta da roupa interior, mas agora estão numas prateleiras desenhadas propositadamente para eles».
Vencedora de dois Óscares, Barbra Streisand (Melhor Actriz em 1968, pelo seu papel em Funny Girl, e vencedora da Melhor Canção, em 1977, atribuída a Evergreen de A Star is Born), vai mais longe do que todos os outros: construiu um celeiro na sua quinta de Malibu para os seus Óscares, outros prémios profissionais e «memórias» ligadas à sua carreira. Mas Goldie Hawn, que ganhou o seu Óscar de Melhor Actriz Secundária logo no primeiro filme, A Flor do Cacto, tem a filosofia oposta. O seu prémio está displicentemente colocado num banquinho no quarto da casa dedicado à meditação. «O meu prémio está no espaço em que estudo e medito. Divisões para troféus são o contrário de mim. Pela minha parte defendo que os prémios, mesmo um Óscar, são parte do passado, são história, e não futuro».
A lenda de Música no Coração, a famosa Julie Andrews, guarda o seu Óscar, recebido em 1964 por Mary Poppins, numa estante no seu escritório em Long Island, enquanto que Richard Dreyfuss tem o seu de Melhor Actor em The Goodbye Girl, de 1977, em cima da sua estante no seu gabinete em Los Angeles, ao lado de outro prémios. Jeremy Irons também tem o seu Óscar numa prateleira, ao lado de fotografias de família. Lembra: «quando ganhei, recordo-me de ter beijado a Madonna, que estava à minha frente com o Michael Jackson. Por pouco que não o beijei também a ele. Naqueles segundos, teria beijado fosse quem fosse».
Emma Thompson guarda os seus Óscares (ganho em 1992, com Regresso a Howard´s End, e pelo argumento, em 1995, em Sensibilidade e Bom Senso) na casa de banho do celeiro que o seu marido mandou restaurar na numa propriedade na Escócia. «São demasiado espampanantes para estarem noutro lado qualquer. São grandes, dourados, brilham... Estão ali a ganhar verdete, como tudo o resto que possuo, inclusivamente o meu corpo.»
E há quem nem sequer tenha guardado a estatueta. Julia Roberts, deu-a à sua melhor amiga, a irmã, e Kathy Bates, meteu-o num cofre no banco, porque viaja tanto que tem medo que lho roubem. «Pelo menos sei onde está... o que é mais do que posso dizer acerca de mim, porque com tantas filmagens não paro quieta em lado nenhum».
For Catherine Zeta-Jones, she chose an elegant strapless column dress with lightning bolt beads, art deco detail and a dramatic slit up the side from Lebanese designer Ella Zahlan.
É.... Apesar de não ter saído a Cathy hoje nas listas de apresentadores do Oscar, tá cheio de nota por aí falando do vestido dela.... então vamos contar os dias....... eba.......... Fizeram até um vestido lá num desfile pré-oscar, q foi inspirado nela e pode ser visto no video abaixo:
Fashion on the fairway: Catherine Zeta-Jones struts out on the golf course
They are one of the most glamorous Hollywood couples.
But perhaps it is par for the course that when Catherine Zeta-Jones and husband Michael Douglas play a round of golf, their fashion sense is more golf chic than celebrity sleek.
There was no mistaking the Chicago and Mask of Zorro beauty, however, as she strutted onto the green at a charity golf tournament at the Riviera country club in Los Angeles.
Par for the course: Catherine Zeta-Jones spends the day in the sunshine playing golf
Catherine Zeta-Jones with her children Dylan and Carys seated next to Alice Cooper at the charity golf event
She stood out among the crowd with her long brown legs and raven hair, even if they were clad in a flower-printed straw cowboy hat and unflattering shorts.
The Welsh star, who stars as a belly dancer in new film Death Defying Act, spent a relaxed day with her children Dylan, seven; and Carys, four; and husband Michael Douglas playing for charity.
Other celebrities taking part in the charity tournament were Morgan Freeman, Heather Locklear, and Alice Cooper.
Catherine and Michael have taken part in several golfing charity tournaments including an All-star Ryder Cup in Wales in 2005.
Michael Douglas with son Dylan, who looked suitably dressed in his golfing jumper
Catherine Zeta-Jones será uma mediúm em um filme baseado na vida do mágico Harry Houdini
Depois de protagonizar filmes de ação e comédias românticas, Catherine Zeta-Jones encarnará uma odalisca médium em uma produção baseada na vida do famoso mágico Harry Houdini. No longa, intitulado de 'Death Defying Acts', a atriz fará par romântico com o ator Guy Pearce, que viverá um ilusionista húngaro da década de 20.
Para participar do projeto independente Catherine admitiu que teve que trabalhar duro para manter o corpo na melhor forma possível. A atriz, que colocou suas curvas a mostra para viver uma odalisca, admitiu que está tendo que fechar a boca. 'Eu amo pão, mas agora eu estou trabalhando duro e evitando comer. Pão sempre foi meu ponto fraco', contou a atriz ao 'Daily Mail'.
Esta será a primeira vez que Catherine Zeta-Jones filmará um longa em sua terra natal, a Grã-Bretanha, desde que fez sucesso em Hollywood com o filme 'A Máscara do Zorro'.
A atriz foi chamada para para substituir Rachel Weisz, que ficou grávida quando o projeto ainda estava em andamento.
O longa, ainda sem título em português, deve chegar às salas de cinema ainda este ano.
Aos 38 anos, Catherine Zeta-Jones encarna odalisca sexy no cinema
Atriz teve que cortar os pães de sua dieta para encarar a dança do ventre
Às vésperas de completar 40 anos, Catherine Zeta-Jonesbuscar mostra que ainda está com tudo em cima para aparecer com trajes provocantes em cena.
A atriz teve que encarnar uma odalisca - com direito a dança do ventre e barriga de fora - para a personagem que vive na cinebiografia do mágico Harry Houdini, intitulado em inglês como "Death Defying Acts".
No filme, Zeta-Jones é uma médium que, na década de 20, se envolve amorosamente com o ilusionista húngaro, interpretado por Guy Pearcebuscar.
GAROTA-PÃO
Para entrar em forma e viver a amante de Houdini, a morena confessa que teve que trabalhar duro e evitar sua tentação, os pães.
A atriz que se define como "uma garota-pão" confessou que "não está devorando o que costumava devorar" para conseguir entrar em forma para o filme.
Ps: Mudaram no site do ego a idade dela pra 38, inda bem viu, por isso post editado! Imaginem q td ela na dança do ventro, Oh My Good!!! Mal posso esperar....
Fonte: Ego (as fotos são as mesmas que já estão aki!!)
Novas fotos de DFA, são mtus, então vou por as melhores na minha opinião além de coloca a notícia!!!
English (Inglês) Belly-dancing Catherine Zeta-Jones's mesmerising turn in new Houdini film
Catherine Zeta-Jones has cast her magic over a new film based on famous escape artist Harry Houdini. The actress, who wears a bejewelled, belly-baring outfit in one scene, plays a psychic who has an affair with the magician in the upcoming 1920s biopic Death Defying Acts. She stars alongside former Neighbours actor turned Hollywood star Guy Pearce, who plays Hungarian born Houdini, who is widely regarded as the greatest ever escapologist. Catherine, who has admitted she has to work hard to stay in shape, proudly puts her curves on display in the film. She has revealed she keeps svelte by exercising and avoiding her weakness - bread. The star, who has two children Dylan, 7, and Carys, 4, to husband Michael Douglas, has long been vocal about Hollywood's obsession with size zero. "There are many women [who are] maybe a little fragile, and it becomes a huge issue." Death Defying Acts is expected to be released in the UK later this year.
Português (Portuguese) Bella-dança Catherine Zeta-Jones se transformar em novo filme Houdini!
Catherine Zeta-Jones lançou sua magia ao longo de um novo filme baseado no famoso artista escapar Harry Houdini. A atriz, que usa uma bejewelled em uma cena, tem um papel psíquico quem tem um caso com o mago que se passa em 1920. Ela juntamente com o ex-Vizinho, o ator Guy Pearce, virou Hollywood star. Catherine, que tem admitido que tem de trabalhar duro para se manter em forma, orgulhosamente coloca seu curvas em exibição no filme. Ela revelou que ela mantém a forma com exercícios e evitando a sua fraqueza - o pão. A estrela, que tem dois filhos Dylan, 7, e Carys, 4, com o marido Michael Douglas, tem sido desde há muito tempo contra a obsessão de Hollywood com tamanho zero. "Há muitas mulheres que talvez sejam um pouco frágil, tornando-se um enorme problema." Death Defying Atos deve-se ser lançado no Reino Unido ainda este ano.
Catherine Zeta Jones at Michael Douglas Golf Tournament
Fotos do Michael Douglas and Friends Golf Tournament de ontem, em baixo segue a notícia, em inglês e traduzida pra vcs!!!!
Catherine Zeta Jones e seus filhos no Michael Douglas' celebrity golf tournament
A atriz catherine Zeta-Jones, 38, chegoucom seus filhos, Dylan Michael, 7, e Carys Zeta, 4 ½, no evento de golf do marido dela, o "Michael Douglas' celebrity golf tournament" no Pacific Palisades, California.
Catherine Zeta Jones and kids at Michael Douglas' celebrity golf tournament
Actress Catherine Zeta Jones, 38, receives some support from her children Dylan Michael, 7, and Carys Zeta, 4 ½, at her husband Michael Douglas' celebrity golf tournament today in Pacific Palisades, CA.
Dylan estava vestindo Crocs Kids Cayman, aquela sapato da moda no mundo que custa 25 doláres. Dylan is wearing Crocs Kids Cayman in Navy ($25).